A história de Arcos teve início ainda no século XVIII, em 1769, quando o coronel Inácio Corrêa Pamplona foi convocado para explorar e colonizar o território mineiro destruindo quilombos e redutos indígenas. Realizada a missão, o território foi dividido em “sesmarias”, pedaços de terra doados por Portugal a nobres e destinados à produção agrícola. Anos mais tarde, por volta de 1800, esses terrenos começaram a ser vendidos.

Foi nesse período que a cidade, conhecida como “São Julião” começou a ser povoada. Somente 33 anos mais tarde o território foi batizado de “Arcos”.

Dentre as várias histórias que tentam explicar a origem desse nome, a mais aceita conta que tropeiros deixaram arcos de barris ao longo de um rio que corta o município, sinalizando a direção do sertão da “Farinha Podre”, hoje “Triângulo Mineiro”. Os bandeirantes que passavam por esse trecho da estrada começaram a chamar o rio de “Córrego dos Arcos”, nome pelo qual é conhecido ainda nos dias hoje. Daí o nome da cidade, que até o início do século XX pertencia à cidade de Formiga. Arcos foi emancipada em 17 de dezembro de 1938.

Geografia

O município de Arcos possui 510,048 km² de área, dos quais 5,023 km² são zona urbana, está localizado na Zona do Alto São Francisco (região centro-oeste de Minas Gerais), a 170 km da nascente do Rio São Francisco, Arcos foi emancipada em 17 de dezembro de 1938. Naquela época, a cidade ficou conhecida pelos Arcos de Barris deixados pelos Bandeirantes à beira do córrego que mais tarde foi chamado de Córrego dos Arcos e que originou o atual nome da cidade. Agora ela é reconhecida com o título de Capital do Calcário, e isso se dá pela quantidade e qualidade dos minerais encontrados na região. Às margens da BR-354, está no eixo de ligação rodoviária das principais rodovias federais do país, como BR-262, BR-040, BR-381 (Fernão Dias) e MG-050. De acordo com dados da Prefeitura, o Produto Interno Bruto-PIB da cidade de Arcos em 2000 cresceu mais do que o Produto Interno Bruto do Estado de Minas Gerais. O crescimento de Arcos foi de 44% e o crescimento do Estado foi de 16%.

História

Até meados de 1823 se chamava São Julião (somente em 1833 passou a denominar-se Arcos), quando contava então com uma popoulação de 1.175 habitantes. Em 1839 o distrito de Formiga é elevado à categoria de vila, e à de cidade em 1858. Arcos passou, assim, a pertencer à Vila de Formiga, juntamente com os distritos de São João do Glória, Abadia do Porto, Estiva, Aterrado e Bambuí.

Economia

Com as reservas de calcário situadas próximo à cidade, encontram-se instaladas em Arcos várias empresas de grande porte exploradoras e mineradoras, como Lafarge, CSN, Belocal(Lhoist), Lagos, Mineração João Vaz Sobrinho (Cazanga), Agrimig etc. Elas são responsáveis pela grande mão de obra gerada no município. O calcário retirado é utilizado para a fabricação de cimento, fabricação do aço, bem como para ser utilizado na agricultura, na forma de corretivos de solo.

Comércio e Serviços

A cidade possui vários pontos comerciais, onde se destacam as lojas de vestuários, confecção de roupas, lojas de utensílios domésticos, prestação de serviços, supermercados, farmárcias, bancos, restaurantes, conserto de automóveis, oficinas, etc. Arcos se destaca pelo desenvolvimento dos meios de comunicação, dentre eles: o jornal impresso Correio Centro Oeste, o Jornal Glamour, a rádio comunitaria Alternativa FM, rádio Cidade AM, rádio Studio FM, rádio Vertical FM, a web rádio Pcn. Os sites Tembase.net e Portal Arcos. O programa de tv Tembase!TV, exibido pela TV Oeste, afiliada Rede Minas, em Arcos canal 35.